MELHORES MÚSICAS / MAIS TOCADAS
vivendo do ócio - nostalgia
Não se desespere se eu desaparecer
A gente tem que dar um tempo
Deixar tudo em seu tempo
Não existe certo ou errado
Existe o bom a se fazer e ao que você quiser
Quando não me achar eu devo estar em casa
Realizando nostalgias
Vou deixar uma pista pra você
Tenho que dar um tempo
Tudo tem seu tempo
Não existe argumento
Eu só queria tomar um vento na cara
Me deu saudade da bahia
Eu só queria passar um tempo lá em casa
Me deu saudade da bahia.
Não se desespere se eu desaparecer
A gente tem que dar um tempo
Um dia vou voltar
Minhas escolhas me guiaram ate aqui
Quando eu retornar é porque eu consegui...
Eu só queria tomar um vento na cara
Me deu saudade da bahia
Eu só queria passar um tempo lá em casa
Me deu saudade da bahia
Eu sou como um velho barco que guarda no seu bojo
O eterno ruído do mar batendo
No entanto como esta longe o mar
E como é dura a terra sob mim
Felizes são os pássaros que chegam mais cedo que eu a suprema fraqueza
E voando caem felizes e abençoados... nos parques onde a primavera é eterna
Eu só queria...
Eu só queria...
Eu só queria...
Me deu saudade da bahia...
vivendo do ócio - por um punhado de reais
Em frente uma estrada
Um curvo caminho a trilhar
Nas mãos uma guitarra
E o necessário pra seguir
Não me bastou comer e dormir
Preciso me expandir pra me achar
Vai ser bom, bem melhor se você me acompanhar
Eu também já senti medo,
Como olhar de um muro baixo
Pra me proteger, mas nem sei de quem
É melhor ter seu apreço
É melhor ter mais espaço
Você tem que ter, você tem que ter
Teimando em duvidar
O melhor está no mais simples que puder imaginar
Só pra te completar, não da pra insistir
Bem na hora certa você vai sentir
Que o que me falta pra seguir
Precisa se expandir pra clarear
Vai ser bom, bem melhor se você me acompanhar
Eu também já senti medo,
Como olhar de um muro baixo
Pra me proteger, mas nem sei de quem
É melhor ter seu apreço
É melhor ter mais espaço
Você tem que ter, você tem que ter
Eu também já senti medo,
Como olhar de um muro baixo
Pra me proteger, mas nem sei de quem
É melhor ter seu apreço
É melhor ter mais espaço
Você tem que ter, você tem que ter.
vivendo do ócio - nova ordem
Se a Terra é um grão de areia
Imagine então o que somos nós
Ainda tem gente ignorante
achando que estamos sós
Você mesmo pode ser um Et
ou ter passado por algum na rua
Só o Pink Floyd sabe
o que tem no lado escuro da luaPode até parecer loucura
Desconfie de quem é normal demais
Você consome sujeira illuminati
sem noção do que faz
É preciso aprender os sinais
Guerras não são pela paz
Dinheiro é o satanás
Que faz o homem enganar e matar
Em nome de Deus
Mesmo que ele seja ateu
Pra tudo aquilo que se faz
Há sempre uma resposta a mais
Pra mostrar a verdade e dizer
Onde você se meteu
E até mesmo se você morreu
E assim a vida continua
Embriagados em nossa ignorância
Terceira Guerra começou faz tempo,
enquanto você dança
Pra te controlar,
muita tecnologia e entretenimento
Pra você se afastar mais de você
a cada momento
Pode até parecer loucura
Desconfie de quem é normal demais
Você consome sujeira illuminati
sem noção do que faz
É preciso aprender os sinais
Guerras não são pela paz
Dinheiro é o satanás
Que faz o homem enganar e matar
Em nome de Deus
Mesmo que ele seja ateu
Pra tudo aquilo que se faz
Há sempre uma resposta a mais
Pra mostrar a verdade e dizer
onde você se meteu
E até mesmo se você morreu
Tudo faz parte de um movimento
Pra você não ter opinião
E aceitar só o que chega a você
Nunca será tarde para entender
Que o nosso mundo é uma grande máquina
E você é uma gota de óleo
Que vai secar e virá outro em seu lugar
Antes que feche os olhos
vivendo do ócio - caindo na estrada
Você me disse que não ia ficar
mas eu achei que não iria tão longe
em lugares fora do meu alcance
Alguns dos males eu tentei evitar
só que, no way, não vou pedir outra chance
já dei óbito a esse romance
E hoje eu sei o que dizer
agora eu sei o que fazer
Só quero que teus planos não furem
Que sua moto não te traga de volta
si se arrepender
Agora os quadros ficam a me olhar
doses, cigarros e um bilhete na estante
É que eu não quero mais me controlar
beber a noite já não é o bastante
eu precisava prever bem antes...
De tentar a sorte com você
jogar as dados sem perder
Ok, agora pense um instante
antes de vestir a sua roupa e então
se aventurar por aí
vivendo do ócio - lado ruim pt ii
Nada mais! Nada mais é igual
Acho graça do meu próprio infortúnio
Você também ri, mas não sei se não
Se é exatamente da mesma questão
Que falei da outra vez para apenas não ser tão piegas
Tudo bem você negar
Bem aqui desse lado
Talvez o lado errado pode estar certo pra você
Que então me partiu, sem chances de revidar
Me cansa e desperdiça o que eu tenho pra te dar
Meu amor
Nada mais! Nada mais a sentir
Nada mais a dizer, nada mais a fazer
Bem aqui desse lado alguma coisa pulsa por você
Esse é o clichê que não canso de usar pra fazer você perceber
Você tem andado meio lerda, distraída, desligada da vida
Esses dias
E eu tentei te salvar
Me consumi em rancor
Enfim, ter seu amor!
Tudo aqui ruiu, estou de mãos atadas
Não posso mais voltar atrás
Não sei bem ao certo se vale a pena seguir a tua estrada e te amar
Não me resta nada mais
vivendo do ócio - a lista
Eu vejo clarear
Canto a canto pelo ar
Tô meio congestionado
Os olhos embaçados
Amplio minha visão
Lentes que impedem de refletir
Nem sei que dia é hoje
O que é que falta em mim?
Um mais um seriam dois?
Sempre foi assim?
Não finja que não entende
Não desacredite, é pior
Posso garantir, não vai repetir
Você pode aprender sem errar
Você leva a sério
Eu vejo tudo tão rápido
Talvez eu esteja rápido demais
Desligo o celular
Metrô, computador
Tem um tempo para o amor
É justamente ai que me permito desligar
Três dias pra voltar, a barba por fazer
Amigos pra falar, tem roupa pra lavar
E eu tenho que escrever pra eu não me esquecer
Posso garantir, não vai repetir
Você pode aprender sem errar
Você leva a sério
Eu vejo tudo tão rápido
Talvez eu esteja rápido demais
Você leva a sério
Eu me desvio tão fácil
Meu erro é sempre esperar um pouco mais
vivendo do ócio - oh não
Eu não aguento mais
cansei de olhar pra trás
e "pras" pessoas que ficam a pensar no que é certo
Quem faz minha verdade sou eu!
E eu não estou nem aí se você vai reparar
na cor da camisa que eu vesti
Pensei que tudo iria mudar
mas me enganei
você ganhou dessa vez
Oh não! Agora eu já sei
sua tática de me prender pode falhar dessa vez
Mais um dia de sol e eu espero pra sair
A chuva não vai mais chegar
quero me apressar
Melhor ficar aqui a ler o meu jornal
eu não entendo nada que se passa nesse jogo
Oh não! Agora eu entendi
você vai hesitar, mas tem que concordar
Eu sei, você também tem seus motivos
esqueça tudo isso e então vamos dançar
Talvez tudo que eu disse não tenha sentido
meu bem, não se preocupe que depois eu te explico
vivendo do ócio - bomba relógio
Caí e logo levantei
Senti na pele outra vez
Que brincar com fogo não é coisa boa mais
O meio não justifica o fim
Foi assim que eu aprendi
Devia ter cortado antes de explodir
Com tempo regressivo
Quase meu inimigo
Era agir ou deixar
A única vez que eu me enganei foi porque
Apenas pensei estar enganado
Devia ter me afastado
Sei que devia ter me afastado
O meu erro foi eu não acreditar em mim mesmo
E saber que não se amarra uma
Bomba relógio
Bomba relógio
Bomba relógio
Demorei pra ver no que errei
Andando em círculos
Era pra ser menos difícil
Existem coisas a considerar
Mesmo assim não vou negar o fim
Você fique aí achando que eu pirei
Já fiz minha escolha
Não vou repetir outra vez
Com tempo regressivo
Quase meu inimigo
Era agir ou deixar
A única vez que eu me enganei foi porque
Apenas pensei estar enganado
Devia ter me afastado
Sei que devia ter me afastado
O meu erro foi eu não acreditar em mim mesmo
E saber que não se amarra uma
Bomba relógio
Bomba relógio
Bomba relógio
vivendo do ócio - radioatividade
A terra em transe
Aportei meu navio
No caos, na barra
Pesada na Ribeira
Estado de graça
Na Praça dos Reis
Da Silva, não da selva
Só o som me salva
Eu quero, espero
Preciso de algo novo
Nos alto-falantes
Milagres do povo
Avenida Sete
Estrela do Norte
Bandeira em pau-forte
Sem medo da morte
Eletricidade
No meu coração
Na rádio a canção
Radioatividade
As Portas do Carmo
Unem os caminhos
Uruguai, Pelourinho
Barbalho, Cravinho
Os leões, os cães
No meu encalço
Mas eu e os meus botões
Não damos passo em falso
O Abaeté não é só
Uma lagoa escura
Eu ando de braços
Bem dados com a loucura
Avenida Sete
Estrela do Norte
Bandeira em pau-forte
Sem medo da morte
Eletricidade
No meu coração
Na rádio a canção
Radioatividade
Castelo Branco
Rio Vermelho
Narciso com medo
De olhar no próprio espelho
Avenida Sete
Estrela do Norte
Bandeira em pau-forte
Sem medo da morte
Eletricidade
No meu coração
Na rádio a canção
Radioatividade
A terra em transe
Aportei meu navio
vivendo do ócio - dilema
Minha vida, minhas concepções
Sempre duvidei que você aceitaria
Sua intolerância me faz cada vez mais
Um refém de mim mesmo
Há uma semana atrás tentei te dizer
Você não quis me ouvir, falou pra esquecer
E que não dá mais e não iria adiantar eu falar
Agora sei que nunca vai entender
Todas as coisas que escrevi morreram
Eu vou apagar da minha memória junto com você
Sem mais, eu não pretendo mudar por você ou pra você
Não quero mais me enganar
Tudo que eu desejei foi estar ao seu lado,
Mas só querer não é o bastante mais
Há uma semana atrás tentei te dizer
Todas verdades que tentei esconder
Não sufocava mais
E não ia adiantar eu falar
E a saída agora é me convencer
Que ao teu lado eu não iria mais ter
Motivos ou razões
Pra tentar continuar a viver
vivendo do ócio - som luzes e terror
Eu só sei falar de amor, de relacionamento e esse não é o momento certo pra isso
Esse lugar é pouco frenético demais para você e estou começando a achar que eu também
Se hoje fosse ontem eu estaria preocupado
Quer dizer, nem tanto, só um pouco ou o bastante
Para todos ou quem sabe apenas eu, achar que sou seu namorado
Sinto muito, baby, eu não consigo te acompanhar
A música entorta os meus ouvidos
Eu fecho os olhos vejo e sinto
O som começa a desmanchar
Todos os meus sentidos do que é real, que é fictício
Você é fogo, eu admito, queima que nem diesel no mar
Oh yeah!
Corpo e mente se desgrudam, é tudo rápido, tão confuso
É paranóia, outro mundo e o meu medo é de você me desligar
Talvez eu seja o primeiro, será que há algo que me salve?
Estou trancado aqui dentro, mas fui eu que engoli a chave
Sinto muito, baby, eu não consigo te acompanhar
A música entorta os meus ouvidos
Eu fecho os olhos vejo e sinto
O som começa a desmanchar
Todos os meus sentidos do que é real, que é fictício
Eu me rendo e admito: Quero sair desse lugar!
Oh yeah!
vivendo do ócio - rock pub baby
Eu tô cansado, desnorteado
Você me fez me desgastar
Como era o nome do lugar?
Estou tentando me lembrar
Também esqueci seu nome
Imagine se as paredes do PUB pudessem falar?
Prefiro nem comentar...
Eu sei que você me quer!
Eu sei o que você quer!
Rock'n'Roll, baby!
Eu tomo uma, eu tomo três
Você me esquenta outra vez
Traz a tequila, limão e sal
Vamos fazer um revival
Está todo mundo a conspirar
Estou tentando me esforçar
Tô nem aí pro teu nome
You rock me, I know you, let's go, I am rock you too!
Oh, yeah! That´s cool!
Estou vendo tudo se duplicar
Minha cabeça vai estourar
Meus olhos queimam, de onde veio essa mulher?
Eu sei o que você quer!
Rock'n'Roll, baby!
vivendo do ócio - silas
Eu não quero
Fazer mal nenhum
E nem mesmo
Repetir o que fizera-me
Só quero é continuar
Penso num futuro quando já passou
Sem remorso, sem rancor
Me diga agora: qual será a boa da noite?
Se essa maré me der um caldo
É porque quis mergulhar de cabeça
Não escolho tudo que eu passo
Só espero que o agora aconteça
Se essa maré me der um caldo...
Ganho meu dinheiro e nem vejo a cor
É azar no jogo e também no amor
Nada disso importa
Aqui eu só não posso é parar
O meu sangue, não posso negar
Já tentei não descontrolar
Quando eu penso em sair, me puxa para o mesmo lugar
Se essa maré me der um caldo
É porque quis mergulhar de cabeça
Não escolho tudo que eu passo
Só espero que o agora aconteça
Se essa maré me der um caldo
É porque quis mergulhar de cabeça
Não escolho tudo que eu faço
Só espero que o agora aconteça
Se essa maré me der um caldo - 4x
vivendo do ócio - viés
Parece, mas não é...
Eu tento disfarçar
Acho que você nem se liga,
Não imagina
O quanto eu tento aproximar
Para suprir, injetar nas minha veias o teu mel
Fazer minha cabeça
Pare,pense,sinta, veja, olhe, observe
Eu quero ver se você percebe
Vou ficar a esperar se você vai notar
Que eu digo teu nome
E te falo o que penso sem precisar explicar
Vivo, vislumbro e analiso
Eu gosto de você
És a minha vilã, o meu vício vital
Eu gosto mesmo de você
Tu és tão bela quanto sagaz
Vai enteder o que digo
Vai entender que não é dessas paixões de novela
É um amor libertino, pura atração daquelas de confundir a cabeça
De me deixar sem jeito, de me esmagar o peito
Pare,pense,sinta, veja, olhe, observe
Eu quero ver se você percebe essa minha paixão subliminar
E o seu prêmio será melhor do que tudo isso que falei
E que só faz sentido exclusivamente pra você
Vivo, vislumbro e analiso
Eu gosto de você
És a minha vilã, o meu vício vital
Eu necessito de você
vivendo do ócio - é melhor pensar duas vezes
Pode ir, e só volte quando você ver a porta aberta
Dizem por aí que você anda louca dizendo que sou eu a
Pessoa certa
Agora está sentindo na pele, se lembra quando eu me
Rastejava por você?
Só faltava me pisar...
A gente faz aqui e paga aqui
E o troco vem todo em moedas
Que você não pode trocar
Se falar comigo de novo
Posso até te dar um soco
Acho melhor não, tenho amor as minhas mãos
Pode achar, que eu sou um bêbado, idiota, sem noção
Acredite eu sou um pouco mais do que você imagina
Esse teu olhar de desprezo só faz com que eu me sinta
Cada vez melhor
Mas eu vou repetir que eu só não quero que você fale
Comigo de novo
Que eu sou capaz de te dar um soco
Acho melhor não, prefiro vodka com limão
Acho melhor não, prefiro ir pro bar
Encher a cara até cair no chão
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